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Será a normalidade uma forma de estagnação?

Ou será antes uma referência a partir da qual encontramos as nossas raízes?


Ser "normal" para uns parece ser um desejo, porque lhes dá a sensação de pertença. Afinal, a normalidade obedece a um conjunto de regras básicas e necessárias à sobrevivência.



É normal estudar, trabalhar, casar, ter filhos. É normal vestir um casaco se temos frio e despi-lo se o calor apertar. A normalidade oferece estabilidade e essa pode ser suficiente para alguns. Ou durante algum tempo.


Mas a normalidade também pode causar uma espécie de monotonia, sufoco ou tristeza, para quem não encontra nela o seu pilar.


Queremos então o surpreendente, o inesperado, o diferente, sem no entanto, perder o pé. Queremos algo mais do que aquilo com que contamos ou então outra coisa que não conhecemos.


Quando assim nos questionamos, podemos deixar de nos identificar com os lugares de sempre. Mas estamos a caminho de outro solo, que não tem de ser necessariamente movediço. Qualquer mundo é maior do que o nosso.


A travessia pode e deve ser feita com equilíbrio, intuição e muito respeito por aquilo que sentimos e fazemos sentir. A vida não precisa ser vivida nos extremos. Basta experimentar as estradas secundárias, em vez da autoestrada. "Normalmente", são mais bonitas e reveladoras, certo?


Se este for o seu caso, não desespere, certamente não está sozinho, nem sozinha.


Permita-se abrir as janelas da sua flexibilidade. Porque pode bem estar a caminho de finalmente se encontrar.


Uma Leitura da Aura ajuda a situar.

Um processo de Desnvolvimento Pessoal a encontrar o caminho.