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Pessoas francas têm a força com elas.

Definem limites, mas sabem-no fazer com delicadeza. Podem não ter a brutalidade com que muita vez se veste a frontalidade, nem a exposição desprotegida da ingenuidade. Mas têm a coragem de dizerem o que pensam, alertar quando os outros pisam o risco com elas e recusam-se a conjugar o verso "deduzir", sem esclarecer. Por isso são honestas, fazem-se respeitar, na mesma proporção com que respeitam os outros. Pessoas francas são afirmativas, com discurso claro, objetivo e transparente. Preferem a fala à escrita em momentos delicados. Controlam a impulsividade e são autênticos líderes. Sapos preferem-nos ver no charco que nas suas gargantas, por isso se não dormirem, não é por conta deles. Elas sabem e ensinam-nos que franqueza não é fraqueza. Muito menos rispidez. É sim, autoridade. Por isso gostamos ou não gostamos delas. O que nunca serão para os outros é indiferentes.