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O que será que o outro pensa de mim?

O que será que ele pensa que eu penso? Se calhar acha que eu sou aquilo que não sou. Se eu fizer o que eu penso que ele quer que eu faça será que ele vai gostar mais de mim?




Se já está com a cabeça à roda, imagine o outro! Meteu a autoestima numa máquina de lavar e agora ela anda às voltas no tambor. Respire fundo, oiça as suas células. Pendure a autoestima numa corda bem visível, esqueça a máquina de secar. Seja natural, verdadeira, coerente, pacífica e justa. Respeite as suas necessidades e a do outro. Nem sempre coincidem, e nesse caso, há que aceitar para transformar.

Então, eu sou eu e o que ele pensa será o resultado do encontro que aquilo que de mim captou, fizer com o que ele acha que é. É um processo dele, não meu.

Por isso trabalhe a sua autoestima e não permita que sejam os outros a decidirem por si.