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O dia em que superei uma prova de fogo

Andava há tempo demais a dizer que não conseguia. Tinha um plano que não correu como eu gostaria. Quis pô-lo em prática e não funcionou. Estava empenhada em passar uma mensagem e ela não passou. E desiludi quem dela estava à espera.





Veio-me à cabeça o que costumo dizer aos outros em circunstâncias semelhantes: “Tudo é uma aprendizagem”; “os erros servem para que possamos crescer com eles”, e por aí fora.

A verdade é que lidar com a frustração custa. Custa mesmo. E há um tempo necessário de vergonha, de revolta, de irritação. De tristeza. E todas estas emoções caiem numa espécie de piscina onde parecemos não saber nadar.

Então percebi que estava a ficar farta de ouvir a minha própria ladainha. A verdade é que não gosto de perder, nem tão pouco dar-me por vencida. Lambidas as feridas, preparei-me para observar aquilo que tinha ficado para trás. A minha mensagem não passou, mas a capacidade de captar a atenção estava lá, mesmo que fragilizada. Aquilo que eu não soubera mostrar, não queria dizer que não existisse. Muitas vezes precisamos adaptarmo-nos às circunstâncias, sem contudo perdermos a essência da nossa mensagem.

A essência! Era ela que eu tinha de mostrar. Quando a teoria não funciona, que seja a nossa verdade a recuperar a ordem perdida. Descobri a força da empatia. O papel imprescindível da vontade. E o afeto genuíno por todas as pessoas envolvidas.

Consegui finalmente chegar àquele grupo de jovens ao terceiro dia de formação. E criei assim outra piscina. E celebrei depois o doce gosto da prova superada!


A Leitura da Aura ajuda a compreender os contornos daquilo que nos frustrou; O Coaching a digerir a frustração, E o Reiki, a acalmar a ansiedade e tristeza por ela provocada, instalando assim a paz e confiança.