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Entrou na minha sala, alertando-me para o facto de ser fraca, desinteressante...

... parva, feia, desajeitada e chata.


Via-se assim, porque alguém a fizera sentir assim. Quis fazer uma leitura da aura, em busca de qualquer coisa que lhe devolvesse o centro. Que lhe dissesse o que ela fazia errado.

Fiquei intrigada com toda esta apresentação, pois a sua voz e postura era de uma pessoa agradável.



Mais um caso cativante para leitura!!

O processo é sempre gravado e enviado posteriormente à pessoa.


Neste, encontrei uma mulher corajosa, prática e lutadora, escondida por detrás dos seus fantasmas. Toda esta informação é revelada sob a forma de imagens e metáforas, como num filme escrito só para si, num qualquer cinema perto da sua alma.


Sem me alongar, vou direta à critica que ela me fez no final, com um sorriso suave, tão ao seu jeito: "Sofia, eu esperava que me dissesse o que está mal. A Sofia só me disse coisas boas."


Eu respondi: "Se for ouvir a gravação, verá que isso a que chama "coisas más" também lá estão. A questão é: porquê não aceita as suas boas?"

É no balanço do que somos e como deixamos que nos vejam, que nos erguemos ou caímos. Aquilo que valorizamos passa a ser o nosso mundo. Mesmo que nos faça infelizes. Refleti com ela tudo isto, deixando-a pensativa.

Mais tarde contou-me que esta leitura lhe revolucionou a vida. Fez terapia, está separada, farta de viajar e com um sorriso ainda mais rasgado, por estar finalmente assumido.


Nota: a história está limpa de pormenores, para que a pessoa não possa ser identificada. Na verdade, esta questão da autoestima é muito comum.